quinta-feira, 13 de maio de 2010

“O crack é diferente de tudo”, diz pesquisador

Para coordenador de instituto, venda pulverizada e alto índice de revendedores-consumidores tornam cadeia de venda da droga letal


"Os profissionais da área de saúde e os funcionários de clínicas estão atônitos. O crack é diferentes de todas as outras drogas que conhecemos”. A frase é do do coordenador do Instituto Minas pela Paz e coordenador do Centro de Estudos e Pesquisa em segurança pública da PUC Minas, Dr. Flávio Sapori. Flávio Sapori é um dos palestrantes do “1º Simpósio Sulamericano de política sobre Drogas: crack e cenários urbanos”, que acontece em Belo Horizonte até sábado e discute os problemas do impacto do consumo de crack na segurança e na saúde pública, a descriminalização de drogas, e as experiências sobre o assunto na América do Sul.


Sapori coordena uma pesquisa que é feita desde dezembro de 2008 sobre o impacto do consumo e venda de droga na região metropolitana de Belo Horizonte.

A pesquisa, que deve ser lançada em agosto desse ano, está na fase de análise dos resultados e entrevistas coletadas, mas já apontam algumas tendências em relação à venda e consumo de crack: o crack, que predomina nas camadas mais pobres e jovens, já atinge as classes mais ricas e os adultos; a chegada do crack coincide com o aumento nos índices de homicídios em muitas regiões metropolitanas; o comércio e o usuário do crack são diferentes do que o de outras drogas; e os índices de violência gerados pelo crack se deve, principalmente, ao comércio da droga e não pelo efeito que ela gera no viciado.


“O crack tem um comércio mais conflituoso que o da cocaína e da maconha. A estrutura da venda tem formas diferentes. O varejo é muito mais pulverizado. Ele é realizado por quadrilhas de jovens. O comércio do crack tem revendedores terceirizados, algo que não vemos na cocaína. O gerente da boca passa a droga para o agentes da revenda, que terceiriza a venda para espécies de free-lancers. É uma cadeia muito fraguimentada“, afirma Sapori.


Segundo o pesquisador, é essa venda pulverizada e o alto índice de revendedores que são consumidores que acaba tornado a cadeia de venda da droga tão letal. “O vendedor-usuário do crack acaba uma hora ou outra se tornando um devedor. E nessa cadeia, se alguém deve alguma coisa, essa dívida se reproduz nos outros setores de venda. Um vai devendo para o outro. E aí, se ele não paga, não se pode procurar o Procon. É quando entra a força física, a arma de fogo e as mortes. E essa cadeia de venda vira uma cadeia de mortes e de violência”.


O estudo é resultado de entrevistas com cerca de 10 policiais, 20 comerciantes de crack, 20 profissionais de clínicas de reabilitação e 40 usuários de crack. Segundo o professor, a pesquisa, que conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico CNPq, revela o quanto a situação é grave e precisa de ações rápidas dos governantes. “As medidas precisam ser tomadas já. Os candidatos à Presidência e governadores precisam se posicionar sobre o tema. Estamos vendo que é preciso ser feito algo logo. Ainda há tempo”, afirma.
 
Do IG em 6/5/2010 22:08:35 (www.ig.com.br)

segunda-feira, 10 de maio de 2010

domingo, 9 de maio de 2010


Aquecimento global

Educação ambiental deve ser a tônica nas medidas de preservação da natureza.
Um dos assuntos mais comentados na atualidade é, sem dúvida alguma, o aquecimento global. O problema já afeta diretamente a vida das pessoas em vários países e a tomada de medidas de combate ao aumento das médias de temperatura passou a ser um problema de todos.

O excessivo gás carbônico decorrente de queimas automotivas e industriais indiscriminadas é o grande causador do efeito estufa, que gera dentre outros transtornos o preocupante aquecimento global. A adoção de medidas emergentes de moderação na emissão deste poluente, aliadas a condutas práticas como o plantio de árvores, ajudará em muito na redução do carbono do ambiente.

Educação ambiental deve ser a tônica nas medidas de preservação da natureza a fim de garantir uma vida confortável e de qualidade às pessoas.

Eventos ecológicos voltados à esclarecer e motivar a participação de toda a população, e sobretudo, às crianças na defesa da harmonia ambiental devem ser difundidos em todas as escolas, condomínios e pelos cidadãos interessados em preservar o nosso clima tão seriamente ameaçado já para as duas próximas décadas.

“Plante árvore com agente”

sábado, 8 de maio de 2010

Encerramento do curso Proinfo

Ocorreu nesta sexta dia 07 no Centro Municipal de Referência em Educação Aluísio Alves, em Natal, a aula de encerramento do curso Proinfo, curso este voltado para a qualificação de 40 professores de Caicó no uso de mídias tecnológicas em seu cotidiano educacional. A tutora do curso em Caicó foi a professora Marcia Roseane da SEMECE.Na ocasião os cursistas apresentaram suas produções no curso, apresentações de slides com aulas e blogs.

Confira as fotos


quinta-feira, 6 de maio de 2010

Protesto de estudantes de educação física

Cerca de 600 estudantes de Educação Física fizeram uma manifestação na tarde desta quinta-feira (6) em frente ao prédio da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Centro do Rio, contra um projeto de lei que altera a Lei Pelé e autoriza a criação de monitores de esportes. O projeto prevê que ex-atletas que fizeram três anos ininterruptos ou cinco anos intercalados de uma mesma atividade esportiva possam dar aulas como monitores.

Com faixas, cartazes, apitos e cartões vermelhos, os estudantes criticaram o fato de que os monitores, de acordo com o projeto, não precisarão da graduação de Educação Física.

"Passamos quatro anos estudando, nos esforçando e aprendemos na faculdade técnicas que estes atletas não possuem", disse a estudante Haianne Nogueira, de 18 anos.


Cerca de 600 estudantes participaram da manifestação
(Foto: Renata Soares/G1)Para o presidente da Confederação dos Estudantes de Educação Física do Brasil, Thiago Medeiros, caso o projeto seja aprovado, a concorrência vai aumentar. "Precisamos do nosso espaço", reivindicou.

Caso o projeto seja aceito, os estudantes estão dispostos à ir até Brasília protestar em frente ao Senado.

G1.COM.BR

Laboratórios de informática das escolas Caicoenses

Conversando com colegas de trabalho da rede municipal de ensino em reuniões e em outros encontros que tive nos últimos dias os indaguei sobre o funcionamento dos laboratórios de informática das escolas. Para minha surpresa descobri que não era somente a escola em que trabalho que se encontra com o laboratório com funcionamento comprometido. São várias as queixas, como a falta ou lentidão e quedas constantes do serviço de internet, equipamentos defeituosos e a insuficiência do número de equipamentos adequados quantidade de alunos da escola. Devemos cobrar melhorias urgentes na estrutura e nos serviços prestados pelos laboratórios de informática, afinal o principal benefício deles certamente é a inclusão digital de professores crianças. Vale lembrar que estes equipamentos ficam obsoletos em curto espaço de tempo. Não podemos subutilizá-los ou deixá-los parados.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

MINHAS EXPERIÊNCIAS TECNOLÓGICAS

Minha infância se passou zona rural de uma pequena cidade do interior do Rio Grande do Norte chamada Acari. Éramos muito pobres, e ainda somos, só tínhamos contato com aparelhos tecnológicos do avançados como rádio de pinha, gravador ou radiola(toca discos de vinil), e mensalmente quando íamos para a feira assistíamos TV por alguns minutos. Lá nem sequer rede de abastecimento de energia elétrica existia. Apesar disso eu tinha uma imensa curiosidade para entender como funcionava o rádio ou a TV.
Na adolescência já morando na cidade tive a oportunidade de manusear televisores com controle, vídeos cassetes, aparelhos de som com controle remoto, e por fim o celular e o computador. Sempre lendo os menus e instruções e tentando fazer o melhor uso dos aparelhos.
Apesar de uma vivência tardia comparando-se ao que ocorre nos dias atuais sempre tive muita vontade de aprender e normalmente não me intimido nas primeiras tentativas de realização de uma tarefa. E o mais importante na minha opinião é não temer fazer o uso de uma máquina pensando que pode danificá-la.
Hoje leciono o em escolas das cidades de Caicó/RN e Jardim de Piranhas/RN. Sempre faço uso do computador em minhas atividades. Penso que nos dias atuais os aparelhos tecnológicos são indispensáveis e facilitam em muito nossa vida.
Só não podemos cair no fascínio pelas máquinas, pelo mundo virtual, e perder o contato com o mundo real e com as pessoas que nos rodeiam.